27 de ago de 2012

Aprendizagem – uma atitude inteligente


A maior sabedoria não transformada em ação é um dado sem sentido.
Peter Drucker

A vida é cheia de altos e baixos. Não é privilégio de ninguém uma vida alheia a situações difíceis ou desafios. Mas por que algumas pessoas parecem não ter nenhum problema? Por que conquistam o que desejam, são felizes e têm sucesso em suas escolhas?

Você pode até dizer: parece mesmo que todos os problemas do mundo são meus!

 Então eu te pergunto: Qual a diferença entre quem chega lá e você? O que eles têm, que você não tem?
A resposta é: Aprendizagem.

Como assim?

Todos nós temos problemas e enfrentamos situações difíceis – isso é inerente ao ser vivo. Mas algumas pessoas não conseguem extrair aprendizados de seus desafios e sempre repetem os mesmos erros, reiniciando um ciclo sem fim. Suas experiências não são utilizadas e acabam ignorando que as respostas estão bem ali, ao seu alcance.

Enquanto isso, outro grupo de pessoas aprende com as situações difíceis (e fáceis) por que passa, olha para dentro de si, se permite errar e experimentar e coloca em prática o que aprendeu.

 Estes, iniciam um novo ciclo a cada etapa e estão sempre superando obstáculos desafiadores.  Isto porque os enormes desafios passados são hoje aprendizados internalizados e a serviço de um novo momento, de uma nova conquista!

 Pensando nisso, quero deixar aqui algumas reflexões importantes:


1)   Ao encontrar desafios, analise-os e encare-os.

2)   Entenda o desafio. Algumas soluções podem estar em situações que você já viveu antes - outras vão pedir novas atitudes;

3)   Mantenha-se “presente” em todos os momentos, extraindo oportunidades e novos aprendizados com erros e acertos;

4)   Utilize seus aprendizados INTENCIONALMENTE. Isso quer dizer agir e não apenas reagir aos acontecimentos. É rejeitar a alienação, estar consciente de suas capacidades e limitações e colocar sua experiência a seu serviço.

Não desperdice o que já aprendeu na vida. Pra que enfrentar os mesmos problemas? Certamente você recebe (gratuitamente) oportunidades de aprender e praticar todos os dias.

Para finalizar, te convido a responder:

Partindo do pressuposto (e é um pressuposto) que você está passando por este desafio para aprender algo, o que você pode aprender logo e assim passar por isso mais rapidamente?


O que sua vida está ensinando para você neste momento? O que você precisa aprender?

De que forma esse aprendizado pode ser útil em situações futuras?


Que novas atitudes você precisa adotar para superar mais rapidamente qualquer desafio?


Tenham uma ótima semana.

Deus abençoe.


Por Sara Macedo
saramacedo.coach@ig.com.br


* Gostou do post? Compartilhe.  Deixe também o seu comentário, suas dúvidas, críticas, etc. Será muito bem-vindo.


21 de ago de 2012

Nosso maior medo

Quando assisti ao filme Coach Carter pela primeira vez, fiquei encantada com o discurso do personagem Timo Cruz ao perceber finalmente qual era o seu maior medo.

Naquele momento, o que ouvi fez todo o sentido para mim.
Gostei tanto que voltei o filme e escrevi a fala do personagem para ter registrado e recorrer sempre que precisasse de uma motivação extra - para mim ou para meus clientes ou amigos.

Hoje, procurando mais informações sobre o discurso de Timo, descobri que trata-se de um poema, ainda mais belo e forte do que o editado no filme.


Quero então compartilhar com vocês este poema de Marianne Williamson:


      "O nosso maior medo não é não sermos inadequados. Nosso maior medo é sermos fortes além da medida. É a nossa luz, não a nossa escuridão que nos assusta.
        Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso e fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é filho de Deus. Sentir-se pequeno não serve ao mundo. Não há nada de nobre em se diminuir para que os outros não se sintam mal à sua volta.
        Nascemos para manifestar a glória de Deus presente em nós. E ela não está apenas em alguns, está em todos nós. E, ao deixarmos a nossa própria luz brilhar, damos permissão inconsciente às outras pessoas para fazer o mesmo.
Ao nos livrarmos do nosso próprio medo, a nossa presença liberta naturalmente os outros."

E então, inspirado para brilhar e irradiar sua luz?




Por Sara Macedo
saramacedo.coach@ig.com.br







 "Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others."

20 de ago de 2012

Um treinador para a mente e o espírito

Contratar um orientador pessoal – um coach – era coisa para altos executivos. Hoje, é para quem quer evoluir.


MARCOS CORONATO, COM DANIELLA CORNACHIONE

EM DUPLA O apresentador de TV Marcelo Tas e sua coach, Flávia Lippi. Com ela,  Tas diz ter aprendido a conseguir melhores resultados tanto em reuniões de trabalho quanto em conversas sérias com a família   (Foto: Filipe Redondo/ÉPOCA)
O que há em comum entre o apresentador de televisão Marcelo Tas e os graduandos do prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos? Uma característica que eles poderiam partilhar é uma certa tranquilidade com relação ao êxito profissional. Tas é reconhecido há quase 30 anos como comunicador bem-sucedido e inventivo. Os alunos que saem do MIT são reconhecidos como craques em tecnologia e podem disputar bons empregos em qualquer lugar do mundo. Mas outro ponto em comum entre Tas e muitos recém-formados da elite intelectual americana é a disposição de recorrer a um tipo muito específico de “instrutor” mental e emocional, que se propõe a ajudar o “aluno” a lidar com angústias ou desafios variados, profissionais ou não. Esse instrutor, que costuma atuar por meio de sessões de conversas privadas, como se fosse um psicólogo, é conhecido pelo termo “coach” (que, em inglês, define também o técnico ou treinador de atletas).
Há alguns anos, esse tipo de serviço só era contratado por grandes empresas que queriam melhorar o desempenho de seus executivos mais promissores em ascensão. Hoje, os coaches se tornaram mais baratos e versáteis – atendem a qualquer um que possa pagar e se propõem a ajudar o cliente (ou “coachee”) a perseguir objetivos variados, como lidar melhor com subordinados, chefes, dinheiro, tempo, organização, família e relacionamentos, ou até a definir melhor novos objetivos para o futuro. Quem oferece o serviço precisa reunir uma combinação difícil de talentos, dependendo das metas a que se propõe. Alguns coaches exibem experiência na mesma área profissional que o cliente, outros têm credenciais acadêmicas como profissionais de saúde mental, outros ainda fizeram carreira como consultores. Mas todos precisam ter treinamento específico de coaching e muita sensibilidade para equilibrar os papéis de professor particular, bom ouvinte, confidente e conselheiro. Um treinador desses seria útil para você?
RENOVADA A analista Mônica Miranda em casa. Com  o coaching,  ela  diz que se tornou  mais segura  (Foto: Guillermo Giansanti/ÉPOCA)
Quem já se dispôs algum dia a fazer terapia ou análise pode responder “sim” mais facilmente. O coaching tem características bem distintas dessas práticas (leia sobre as semelhanças e diferenças no quadro), mas todas requerem, de quem contrata o serviço, um comprometimento parecido: disposição para ter com um desconhecido conversas profundas e, às vezes, desconfortáveis, confiança nesse interlocutor, respeito intelectual por ele, vontade de mudar, disciplina para manter a frequência das sessões. “Eu tinha um certo preconceito com relação ao coaching, uma impressão que era coisa para executivo ou de autoajuda, na linha ‘leia este livro e fique inteligente’”, diz Marcelo Tas. “Mas o coaching me ajudou a organizar a mente, a usar minhas ferramentas mentais para resolver algo difícil.”

Ele experimentou essa forma de autoaprimoramento durante três meses, em 2011, e planeja repetir a dose. Entre as situações desafiadoras, Tas menciona tanto uma reunião de trabalho em que ele antes ficaria numa postura defensiva quanto uma conversa delicada e tensa com a filha. Tas já fez terapia e pratica meditação, experiências que o tornam um coachee mais aberto e propenso a mergulhar em jornadas de autoconhecimento. Mas mesmo os mais fechados e desconfiados podem aprender a extrair o melhor do coaching. É o caso de Mônica Miranda, analista de regulação do setor farmacêutico. Em 2010, após uma demissão traumática, ela percebeu que estava obcecada pelos erros passados. Segundo ela, o coaching a ajudou a identificar seus pontos fortes e se concentrar no futuro. Desde 2011, está empregada em outra companhia. O coaching pode trazer benefícios diversos – desde que o cliente tenha as expectativas adequadas e saiba diferenciar os profissionais sérios dos picaretas.

Flávia Lippi, a coach que convenceu Tas a experimentar o sistema, enumera alguns pontos básicos. O coaching começa com definições bem claras de metas a cumprir, número de sessões necessárias, data para terminar, contrato de direitos e deveres dos dois lados e formas de medir os resultados, como relatórios regulares. Não há trabalho sem metas nem por tempo indefinido, como seria aceitável numa terapia. Cada coach usa um método. As sessões podem incluir gravações de vídeos do coachee para comparações ao longo do processo, exercícios mentais para fazer durante as sessões e fora delas, resposta a questionários e confronto com situações hipotéticas. “Numa sessão de coaching, não há espaço para conversas soltas, sem objetivo definido. Há um método colocado em prática”, diz Flávia.

Mesmo com essas exigências, há uma proliferação preocupante de prestadores de serviços que se apresentam como coaches, muitos deles sem o treinamento adequado, ou simplesmente sem o grau indispensável de inteligência, sensibilidade ou experiência de vida necessário para um trabalho tão difícil.

Nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália, o uso do sistema se difundiu entre grandes empresas nos anos 1990. Os executivos logo perceberam que poderiam colher benefícios também fora do ambiente profissional, e a moda se espalhou pelo mundo. No Brasil, o coaching para executivos ganhou força por volta de 2000. E a modalidade conhecida como “life coaching”, voltada para qualquer aspecto da vida, nos últimos cinco anos. As maiores empresas de preparação de coaches no Brasil, juntas, formavam algumas centenas de pessoas por ano até 2009. Atualmente, esse número deve chegar perto de 5 mil. Com a oferta crescente, o interessado no serviço deve dobrar os cuidados. Os preços cobrados já servem como pistas. Nos Estados Unidos, a hora de um coach respeitável custa a partir de US$ 200, a média é de US$ 500, e os mais caros chegam a cobrar US$ 3.500. No Brasil, os preços razoáveis começam na casa dos R$ 100 por hora e podem superar um pouco os R$ 1.000 por hora. Preços inferiores a essa faixa devem ser vistos com cautela. Susan David, doutora em psicologia clínica, pesquisadora da Universidade Yale e fundadora do Instituto de Coaching Harvard/McLean, propõe três critérios para a contratação de um coach: 1) ele deve exibir certificações, treinamento, experiência ou credenciais acadêmicas relevantes para lidar com os objetivos propostos – duas das certificações reconhecidas são da ICI (Associação Internacional dos Institutos de Coaching) e da ICF (Federação Internacional de Coaching); 2) deve ser capaz de descrever claramente que método usará e como os resultados aparecerão; e 3) deve ser alguém que investe na própria educação continuada e evolução pessoal. Bons coaches costumam usar regularmente os serviços de outros coaches.

É caso para coach? (Foto: reprodução)
Fonte: Revista Época - Sessão Vida Útil de 25/06/12

17 de ago de 2012

Uma guinada na carreira

Uma guinada na carreira
Você sente que o seu emprego não te dá mais àquela motivação de antigamente? Será que não é a hora de mudar de emprego ou profissão?
Essa é uma decisão difícil, e muita gente fica com medo na hora de pensar em tomá-la. Porém, estagnar-se em um lugar ou empresa que não te motiva mais pode ser prejudicial para o seu rendimento.

Saia do comodismo e abra novos caminhos

O que avaliar na hora de se reposicionar no mercado de trabalho

Analise todos os pontos de vista: tempo de empresa, plano de carreira, ambiente de trabalho, suas perspectivas e o seu salário. Às vezes, o que você acha que está impulsionando está na verdade impedindo a evolução da sua carreira.
Vá atrás de novos objetivos e novos caminhos. Adquirir mais conhecimento é necessário, e conhecer novos profissionais ajuda no futuro e no seu desempenho. Expanda sua mente e não se prenda a algo por comodismo ou por medo.

Vá em busca da sua felicidade plena

Encontre uma profissão ou emprego que faça você feliz, e que proporcione resultados positivos. O dinheiro não compra a felicidade, nem mesmo a profissional.
Mudar de emprego ou de área não é fácil, sair da rotina também não, mas motive-se e arrisque-se em novos caminhos.
Só quem toma atitudes ousadas pode alcançar resultados diferentes e melhores! Portanto, nunca é tarde para encontrar o seu lugar ao sol.

Fonte: Sociedade Brasileira de Coaching
http://www.sbcoaching.com.br/blog/carreira/uma-guinada-na-carreira/

Está com dificuldades? Peça ajuda!

Está com dificuldades? Peça ajuda!


O autodesenvolvimento e a aquisição de novos conhecimentos demanda tempo. Uma forma muito eficiente de se aprimorar gradualmente é contar com o conhecimento dos seus colegas de trabalho. Pedir conselhos e compartilhar informações são formas de crescimento mútuo.
O aprendizado que obtemos em instituições de ensino é importante, mas o que aprendemos no dia a dia também é imprescindível para desenvolvermos a nossa capacidade de lidar com a pressão da busca por resultados positivos em um curto espaço de tempo. Às vezes, para ter mais resultados, o melhor é buscar ajuda de um profissional.

Coaching é uma ótima forma para se autodesenvolver

Por isso é necessário termos a iniciativa de pedir ajuda para aprender com os outros. O coaching é ideal para isso. Um Personal Coach pode treiná-lo e orientá-lo para superar obstáculos e melhorar a produtividade.

Procure alguém para te assessorar

A escolha por um coach traz inúmeras vantagens, como poder dividir opiniões, ter referências de experiências, compartilhar seus medos e dificuldades e conhecer melhor a si mesmo.
Visando o alcance de metas, o coach indica o caminho e também acompanha a sua transformação fazendo com que você coloque em prática técnicas cientificamente comprovadas para ter mais resiliência. Sem dúvida, ele é um profissional que pode assessorá-lo com estratégias transformadoras.

Fonte: Sociedade Brasileira de Coaching
http://www.sbcoaching.com.br/blog/carreira/esta-com-dificuldades-peca-ajuda/

16 de ago de 2012

Olá,

Bem vindo ao meu blog.
Estou elaborando conteúdos para postagem, por isso aguarde por novidades em breve.

Desde já informo que você encontrará aqui artigos sobre desenvolvimento humano, dicas, compartilhamentos de assuntos que eu considerar interessantes ou relevantes sobre o comportamento humano, conquista de objetivos e felicidade.


Fique a vontade para visitar as páginas já disponíveis, deixe seu comentário, opiniões ou dúvidas.

Grande abraço,

Sara Macedo